“O Totalitarismo islàmico e a Invasào das democracias”
I./ As liçoes do “Pàs – Manhatan”
II/ Os fundamentos theologicos e economicos do terrorismo islamista
III/ Charià e democracias liberais: dais sistemos irreductiveis
IV/ O novo totalitarismo verde
V/ Os grandes focos mondiais do proselitismo e do terrorismo islamista
VI/ As estrategias da conquista do totalitarismo islàmico
VII/ Consta da penetraçao islamica no occidente
VIII/ Do politico-islamicamente correcto ou o suicidio filosofico do Occidente
IX/ A crise das democracias ou a nova tentaçào totalitaria
Un ano depois do 11 setembro: inventario desastroso do “totalitarismo do tipo III”. Depois do acontecimento do 11 de setembro, o occidente pôs en poco o islame e a religiào musulmana entretanto insistia-se desenformaçao sobre a natureza real da ideología que motivan os kamikazes de Allah atingir en direito o leader do mundo occidental. Uns preferiran nào ligar os eventos com os terroristas do islame, outros condenaran os integristas e compararan com os extremistas do Judea o mesmo cristao. Quase todos utilizaram praticamente a politica da Aveztrux. Pois, o totalitarismo islàmico è na realidade pior que un simples integrismo religioso porque trata-se de un integrismo de destruçào de massas, d’un imperialismo de guerra ou guerreiro a pretençao espiritual.
Vendredi, 30 septembre 2005
“O Totalitarismo islàmico e a Invasào das democracias”
Depois do totalitarismo rosso fundado sobre a luta de classe, e o negro fundado sobre a luta de raças, o Occidente deve encarar desta vez o Totalitarismo verde fundado sobre a luta de religioes e de civilizaçoes – o Sud contra o Norte.
Aparentemente o sud nào possede un arsenal nuclear, mesmo se Ben Laden pretende que o Paquistao à uma bomba nuclear do islào.
Mas ele considera très dos seus trunfos un sinal da eleiçào divina: demografía confortable, as maiores reservas de petroleo do mundo e a determinaçao sen limites dos “islamikazes” que preferem a morte a vida.
O totalitarismo verde sera talvez mais difícil a irradicar que os dois precedentes.
A “cegueira” das democracias ocidentais FACE ao novo nazismo verde.
Mas as democracias pluralistas estarào preparadas para enfrentar un enemigo que tem como melhor aliado os valores mesmo das democracias ocidentais : liberade de circulaçao d’expressào e consciencia. Porque è em nome do directo à diferença analizada por Giovanni Sartori que està à progredir na Europa e América a ideología do odio pero totalitarismo islàmico.
Ben Laden , Khomeiy e autros leaders islamistas o objectivo final è a destruiçao do Occidente judéo-maçonico e “cruzado”
Come el nazismo, o islamismo è ferozmente itolerante e racista, un racismo de legitimidade téologica, por isso difícil à combater. Esta ideología do totalitarismo verde segura en seja controla o resto da Hermanidade preparando assim una nova soluçao final. Nova soluçao final dos judeus que encontra justificaçao à través da stigmatizaçao do Estado “fascista” de Israel cujo os judeus do mundo inteiro sào solidarios.
Aquí os islamistas tenhen como aliades os meios radicais antisionistas absolutos, extrema direita e esquerda e antisemitas.
O Occidente cristào è culpado dos cruzadas, do colonialismo, do sionismo e do imperialismo, por tanto responsable de todos os mals que sopre o mundo arabo-musulmano, que ele (Europa) deve pagar em desaparecendo.
Destruindo a America, Ben Laden tinha como objectivo terrificar a Ouest e mostrar que a hyperpotencia merecia ser castigado pelos representantes-filhos de Cavaleiros de Allah.
A organizaçao de Ben Laden nào perdeu quase nada porque sobre os 15 000 membros operacionais so’ alguns centenos foram presos.
Mas, os verdadeiros responsàveis continuam à pregar o seu odio anti-judaismo-anti-cristào por toda a parte no mundo, nas mesquitos dos Estados Unidos e Europa…
Neste ensaio o autor quiz analizar os estratagemas de propaganda dos Islamistas fondado sobre o proselitismo e a subversào dos valores sociais democraticos, multiculturais, pluralismo, liberdade de espressào etc) mas sobretodo ele representa uma impresionante rede islàmica no occidente da França, Italia, Grande Bretagna ou Bélgica, passando pelos Estados Unidos.
O balanço è aterrado, aquí constata-se que a maior parte das organizaçaoes islamistas, sào controladas pelo Estado Islamico “respeitados”. Os Grandes Polos sào: Tabligh, Jamaà de Pakistam, Wahhabismo de Arabia Saudita, Iran, etc. Cujo a meta final è conquistar o Occidente à partir da emigraçao.
E importante de integrar os imigrantes islamistas a fim de controlarlos, porque os Islamistas Europeos e americanos ào na sua maioría moderados, e sào tambèm os primeiros victimos do totalitarismo islàmico.
Mas o suicidio do Occidente nào para aquí. A maioría dos terroristas que ensanguentaram Maniatan eu as vias de Paris foram acolhidos, formados, e diplomados pelo o Occidente…
O Chefe da revolucào islamista mundial l’Ayatollah Khomeiny organisou a queda do Shah e enviou os seus apelos ao Jihad à partir da França (Neuphle-le-Chateau), Mais tindo quase todos as leaders islamistas anti-ocidentais do mundo, do Hassan al Turabbi do Soudan ao, chef do Jihad islamico do Egypto, Abdelrahmane que comandan a atentado do World Trade Center em 1993 (posseia uma carta verde e pregava abertamente o seu odio contra os EU nos mesquitas de Brooklin, en quanto a policia egipciene andava à sua procura…).
Mesmo leader do Islame Tunisino radical refugiado politico en Londres e muintos adeptos dos Talibans e de Ben Laden sào mesmo americanos como o John Walter que encontraram na filerina do Al Qaida en autubro 2001, e tanbém françeses como Sacaría Moussaoui.
A generosidade e a abertura do mundo livre que acolhe sobre o seu solo os seus proprios inimigos, è uma prova e marca de uma suprema tolerancia e de humanismo. Esses atentados contra os acolhedares deverian servir de liçoes porque o totalitarismo islàmico menospreza os valores nobres de tolerancia e de humanismo, pelo qual eles sào os primeiros a se servir.
Ele so’ respeita a força , e o Hitler, Lénine e Staline mostraram o exemple.
A questào levantada por Kar Popper na “a democracia e os sus enemigos” nunca serviu tanto a actualidade como hoje.
Como en 1938, as democracias podem fazer duas escolhas : o de Munique ou o da Resistencia ao Totalitarismo. Porque o Occidente talvez nao saiba, mas ele està en guerra, porque o Totalitarismo Verde declaran-lhe guerra.
Serà que è preciso ter outros atentades do 11 setembro para que o mundo livre comprenda que nào deve dar liberdade aos inimigos da liberdade?
Que a democracia e a liberdade sào tesauros de uma extrema fragilidade à defender cada instante e que tem verdadeiros inimigos inclusivo no seu proprio seio…





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