Portugues
Europa e Islão, "Conquistar a Europa é uma ideia banalizada no mundo islâmico"
A TRANSFORMAÇÃO DA INTELLIGENCE : Francisco Proença Garcia
Introdução
Este tema levanta inúmeras questões para reflexão como:
• O que há de novo na Intelligence?
• Estamos perante uma Revolução, Transformação, Evolução ou apenas Adaptação nos assuntos de Intelligence?
• Qual o papel dos pequenos países como Portugal para a transformação da Intelligence?
“A estratégia à duplo afatiado de Zawahiri”
A ocasião do 5.o aniversário da intervenção anglo-americana em Iraque (Abril de 2003), Al-Qaeda tenta galvanizar as suas tropas, enfraquecidas no Iraque desde que as tribos sunitas, outrora insurgidos contra os Americanos, juntaram-se à coalizão e abandonaram a Jihad que mata mais Muçulmanos que de “Cruzados” e que não deixa de ser sustentado pelos Iraquianos. (traduçao : Gisela Cepparo)
A extrema-direita, a extrema-esquerda e os islamistas
A extrema-direita, a extrema-esquerda e os islamistas
Desde o começo da segunda Intifada Al Aqsa, em Setembro de 2000; depois do 11 de Setembro de 2001, que selou o fim da inviolabilidade do santuário estratégico americano; e, sobretudo, desde a segunda crise iraquiana, que se soldou pelo desmantelamento do regime de Saddam Hussein, pode-se verificar, por todo lado, no Ocidente, a emergência de um eixo VERMELHO-CASTANHO-VERDE (o vermelho de extrema-esquerda, o castanho de extrema-direita e o verde do islamismo). Estes diferentes elementos têm como objectivo comum combater estas novas figuras do Mal, que seriam a América, Israel, «o imperialismo» e mesmo o Ocidente no seu todo.
As alianças objectivas entre estas as três ideologias, como veremos, não datam de ontem. Mas é inegável que os acontecimentos do princípio deste século contribuíram particularmente para a sua colusão. Com efeito, a utilização que George W. Bush fez, no dia seguinte ao 11 de Setembro, do termo «cruzada», foi apercebida como uma provocação, tanto nos meios anticlericais de extrema-esquerda e de extrema-direita como nos meios islâmicos. Donde a aproximação sempre cada vez mais significativa entre, de uma parte, os nostálgicos dos dois primeiros totalitarismos – os Castanhos e os Vermelhos – e, de outra parte, os protagonistas do islamismo revolucionário. Estes últimos pretendem defender as massas árabes «ocupadas», bem como os pobres, os fracos, os «humilhados do Terceiro Mundo, vítimas das novas Cruzadas judaico-cristãs «imperialistas».
“O Totalitarismo islàmico e a Invasào das democracias”
“O Totalitarismo islàmico e a Invasào das democracias”
I./ As liçoes do “Pàs – Manhatan”
II/ Os fundamentos theologicos e economicos do terrorismo islamista
III/ Charià e democracias liberais: dais sistemos irreductiveis
IV/ O novo totalitarismo verde
V/ Os grandes focos mondiais do proselitismo e do terrorismo islamista
VI/ As estrategias da conquista do totalitarismo islàmico
VII/ Consta da penetraçao islamica no occidente
VIII/ Do politico-islamicamente correcto ou o suicidio filosofico do Occidente
IX/ A crise das democracias ou a nova tentaçào totalitaria
Un ano depois do 11 setembro: inventario desastroso do “totalitarismo do tipo III”. Depois do acontecimento do 11 de setembro, o occidente pôs en poco o islame e a religiào musulmana entretanto insistia-se desenformaçao sobre a natureza real da ideología que motivan os kamikazes de Allah atingir en direito o leader do mundo occidental. Uns preferiran nào ligar os eventos com os terroristas do islame, outros condenaran os integristas e compararan com os extremistas do Judea o mesmo cristao. Quase todos utilizaram praticamente a politica da Aveztrux. Pois, o totalitarismo islàmico è na realidade pior que un simples integrismo religioso porque trata-se de un integrismo de destruçào de massas, d’un imperialismo de guerra ou guerreiro a pretençao espiritual.
Segunda obra en portuguès de Alexandre del Valle: O Dilemma Turco
Mesmo se a Turquia nao reconhece a Republica de Chipre e ocupa uma parte da ilha, seja uma parte da Uniào europeia, os chefs de Estado da UE em primeiro plano e a comissào de Bruxelles começaram as negociaçoes de adesào da Turquia na Europa no dia 3 de outubro 2005.
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